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A ACES SINOP BUSCA FAZER A COMPRA DE VACINAS CONTRA A COVID-19 PARA ASSOCIADOS

Presidente ACES afirma: “Tentamos comprar vacinas Coronavac, Astrazêneca, Pfitzer, Jansen e Sputnik. Os laboratórios responderam dizendo que não há negociação com iniciativa privada e estão priorizando o atendimento ao Governo.”

A ACES Sinop tentou abrir negociação de compra de vacina contra a Covid-19 para associados da entidade com os fabricantes da Coronavac, Astrazêneca, Pfitzer, Jansen e Sputnik. No entanto, a resposta foi negativa por parte dos laboratórios que afirmam que ainda não há espaço para negociação com iniciativa privada e priorizam o atendimento ao Governo Federal.
Segundo o presidente da ACES, Cleyton Laurindo, ontem (6), o texto base de um projeto, que autoriza empresas privadas a fazerem a compra de vacinas contra a Covid-19 para imunizar funcionários, foi aprovado pela Câmara de Deputados. 
O projeto deve retornar à Câmara hoje (7) para as análises finais e propostas de modificação do conteúdo. Após essa etapa ele deve seguir para o Senado. “O projeto ainda não foi votado no Senado e vai passar por alterações na Câmara. Na verdade, o projeto legaliza o que já estava funcionando por decisão judicial. Então é necessário que as empresas entendam de quem estão comprando”.
O objetivo do projeto é retirar uma exigência, que está prevista em lei, que estipula que as empresas devem começar a vacinação própria somente após o término do grupo prioritário pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, permite que a compra seja feita somente por agências estrangeiras reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mesmo que não tenham registro ou autorização da Anvisa.
Para Laurindo, esse é um passo importante ampliar o acesso a vacinação no Brasil, mas é preciso ficar atento. “O caminho para que estejamos livres da Covid-19 é a vacinação em massa, então com esse acesso das empresas a compra de imunizantes pode acelerar esse processo”, explica Laurindo ao reforçar que “mas precisamos ficar atentos para que o mercado não seja inflacionado e acabe gerando mais problemas do que benefícios”.

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