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FACMAT e CACB discutem implantação de sistema de banco de dados integrado

IMGA experiência da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Mato Grosso (Facmat), que conta com um sistema de apoio à concessão de crédito por meio de uma base de dados de registro de inadimplentes, foi apresentada durante a 3ª reunião do Conselho Deliberativo da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), no dia 5 de dezembro, em Porto Alegre.

O objetivo foi discutir a implantação do projeto no sistema CACB, disponibilizando o serviço de registro e de pesquisa de inadimplência, o sistema de gestão e os portais de acesso, que deverão ser interligados ao parceiro de banco de dados em nível nacional. A proposta, segundo o analista de sistemas e gestor de tecnologia do projeto, Arnoldo Kirchesch Júnior, será discutida ainda este mês. “A nova versão do sistema que já é usado há mais de 15 anos no Mato Grosso será disponibilizado para o restante do país. Este avanço está sendo projetado há dois anos, e é voltado para a rede mundial de computadores e mobilidade”, antecipa.

Jonas Alves de Souza, presidente da FACMAT, explica que o projeto deverá ser implantado gradativamente, utilizando-se de Associações pilotos. Com a iniciativa, as Federações terão a gestão sobre os dados das associações e estas de seus clientes, facilitando a negociação de custos com as plataformas de registro de inadimplência. “O sistema dá auto sustentabilidade às entidades, ampliando a capacidade de gestão financeira do associado, seja para a concessão de crédito ou resgate da inadimplência e melhora a comunicação das Associações, ampliando a capacidade de negociação e reduzindo custos”, avalia.

Como funciona na prática

Atualmente a parceria de Associações Comerciais com empresas de registros de inadimplência é direta. Quando um cliente fica inadimplente seu nome é encaminhado à empresa de cadastro de crédito e fica com restrições para futuras compras. No entanto, quando esta mesma Associação decide interromper a parceria, os dados fornecidos à empresa não são devolvidos, pois passam a fazer parte do banco daquele serviço.

Com a implantação do sistema proposto pela FACMAT, as Federações serão as proprietárias de seus bancos de dados. E, em uma possível quebra de contrato, os dados retornam a elas, que podem também negociar com outros parceiros.

Fonte: Assessoria FACMAT

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