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UNIÃO: ACES APRESENTA PROPOSTA DE FLEXIBILIZAÇÃO DO DECRETO DO ESTADO E TEM APOIO DE ENTIDADES E PODER PÚBLICO

Entidades se unem para protocolar ofício com pedido de flexibilização do decreto do governo do Estado

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sinop (ACES), Cleyton Laurindo, esteve com o prefeito, Roberto Dorner, agora pela manhã em gabinete para debater sobre o novo decreto impositivo do governo do Estado de número 836, publicado ontem (1). 
A entidade, que se manifestou contrária a decisão do governo, apresentou dados estatísticos aos presentes e pontuou que a decisão impositiva do governo vai afetar diversas famílias. “Analisamos os números da nossa cidade e eles mostram que estamos em queda nos casos da Covid-19” explica o presidente Laurindo ao ressaltar que “se o governador cumprisse a sua fala e reativasse os dez leitos de UTI no Hospital Regional, Sinop estaria, possivelmente, na faixa verde”.
A ACES apresentou uma proposta para reduzir o impacto para as empresas e a sociedade. A sugestão, que será enviada ao governador, é de que o toque de recolher seja alterado e as empresas possam atender, de segunda-feira a sábado até às 22 horas e aos domingos até às 14h. No novo decreto as atividades, de segunda à sexta-feira, devem acontecer entre às 5 horas até às 19 horas, e aos sábados e domingos, das 5 horas às 12 horas. 
Segundo Laurindo, o prefeito e as entidades presentes apoiaram a sugestão da ACES e devem unir forças para que o governador do Estado, Mauro Mendes, acate a sugestão e flexibilize o decreto. “O que a ACES sempre buscou é manter a economia e a saúde em equilíbrio, essa é a nossa bandeira. Entendemos que o comércio e a população está fazendo a sua parte e onde não há o cumprimento das medidas, há a fiscalização”, afirma Laurindo ao lembrar que nessa semana a fiscalização foi intensificada.
Para o prefeito, Roberto Dorner, a união das entidades nesse momento é fundamental para que chegue ao governador o pedido de Sinop. “O governador é a maior autoridade em nosso Estado e nós, como município, temos que acatar o decreto pois ele foi imposto as 141 cidades de Mato Grosso”, explica Dorner ao ressaltar que “essa não foi uma decisão nossa, nesse momento precisamos ter sensibilidade e buscar os melhores caminhos, queremos deixar o nosso povo trabalhar”.
Participaram da reunião o secretário de Desenvolvimento Econômico, Klayton Gonçalves, o Procurador Geral do Município, Ivan Schneider, a secretária de Governo, Faira Strapazzon o presidente da União das Entidades de Sinop (Unesin), Carlos Henrique Soares da Fonseca, o vereador presidente da Câmara de Vereadores, Elbio Wolkweis, o diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Nelginey Denardi, o diretor da Associação de Bares, Restaurantes e Similares, Hercílio de Matos e o empresário Paulo José de Araújo.

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